Evandro e Claudia

Nimes, Avignon e Mulhouse

Arena de NimesChegamos na estação de trem de Nimes ao final da manhã do dia 18, caminhamos até o nosso hotel, deixamos as malas e partimos para conhecer a cidade.
Nimes é uma cidade do sul da França, que possui um dos anfiteatros romanos mais bem conservados da Europa: A Arena de Nimes. E esse foi o primeiro lugar que visitamos e gostamos muito do que vimos. Para ajudar tinha os áudio-guias estavam inclusos no preço do ticket e mesmo sendo em espanhol (não existem áudio guias em português – até parece que os Brasileiros e todos os demais residentes de países de língua portuguesa não viagem pelo mundo) foi possível entender muito bem.

Um único detalhe é que devido ao festival de musica da cidade, havia um palco montado no meio da Arena. Mas foi possível imaginar as lutas dos gladiadores que eram assistidos por uma arena lotada e conhecer toda a história desta cidade através do tempo.

Pont du GardNa seqüência, saímos em busca do nosso próximo local de visita, já incluso no preço do ticket:  The Square House que nada mais é que um templo antigo, mas para nossa “sorte” está em restauração e não vimos muita coisa.

Acostumados com a vida boa da Espanha, decidimos almoçar, isso quase 15 horas, e após escolher um pouco sentamos em um restaurante e tentamos fazer nosso pedido e levamos alguns segundos para entender que o mesmo já havia encerrado o serviço de almoço. O Evandro não ficou convencido, e revoltado e de mau humor...ele sempre fica assim quando está com fome - saímos andando a procura de outro restaurante e novamente não encontramos nada aberto. Saímos então á procura da nossa salvação aqui na Europa, o famoso e conhecido Mc Donalds.

Após o almoço, passamos no supermercado e compramos lanchinhos, entre eles um atum, e isso nos remete a um fato bem interessante. Se você não sabe o que está comendo, come-se achando muito bom, mas quando se descobre o que é não se consegue mais achar tão bom. O fato: em Carcassone o Evandro comprou um pacote de 3 latas de patês de “Foie” que achamos ser de atum, comemos os dois primeiros inteiros e achamos ótimo. Depois que descobrimos o que é foi difícil comer a última lata. (Dica: Usem o Google translator e traduzam “Foie” do Françês para Português).

No dia 19 utilizamos aquele tipo de lavanderia automática. Foi muito engraçado tentar fazer a máquina funcionar pois tudo estava escrito em Frances. Mas no final conseguimos. Pegamos o carro que havíamos alugado pela internet e fomos até um monumento chamado La Tour Magne que era uma possível torre de observação antiga ou apenas um monumento para demonstrar o poder dos romanos na cidade. Segundo as placas no local os historiadores ainda não chegaram num consenso.  

Depois visitamos a Pont du Gard que na verdade é um antigo aqueduto romano e servia para levar água por vários kilômetros. Fica em um parque muito bonito e vale muito a pena a visita, pena que chegamos no finalzinho do dia e aproveitamos só um pouco.

Palácio dos Papas em AvignonNo dia 20 pela manhã fomos ao parque Blois de Espesseis onde o Evandro fez um percurso de orientação (vejam o post específico). A tarde fomos para Avignon, uma pequena cidade, encantadora em todos os aspectos. As muralhas em volta da cidade ainda estão perfeitas e a cidade dentro das muralhas não é apenas turística. Tem uma vida normal com comércio agitado e também vários bairros fora das muralhas. Ficamos encantados. Avignon foi por algum tempo a cidade dos Papas e possui ainda o que foi o Palácio dos Papas.

Deixamos Nimes rumo a Mulhouse na segunda-feira e decidimos evitar os pedágios o que nos levou a uma rota pelos diversos povoados da França com paisagens encantadoras, mas depois de 3 horas de viagem já estávamos enfadados e então optamos  auto-estrada de forma a acelerar a viagem.

Chegamos em Mulhouse no fim do dia, deixamos as coisas no hotel e fomos para o centro da cidade onde ocorria o festival de musica, são vários grupos de diversos ritmos musicais tocando em diferentes lugares do centro. Muito legal e bem agitado.

No dia seguinte, devolvemos o carro e andamos de Tram que são bondinhos elétricos, muito lindinhos até o museu do Automóvel.
Esse nos surpreendeu muito, pela qualidade, quantidade de veículos e pela história. O Evandro ficou mais encantado, é natural, mas posso dizer que esse museu vale a pena. Vejam pelas fotos.

 

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